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Universidade Moderna de Setúbal

Criada em 1989, o Estabelecimento de Ensino Superior de Setúbal da Dinensino (Universidade Moderna) administra actualmente quatro cursos de licenciatura - Arquitectura, Investigação, Social Aplicada, Organização e Gestão de Empresas e Direito. Cerca de 850 estudantes são orientados por 120 docentes, dos quais 30 com grau académico de doutor e outros 30 de mestre.

Com a capacidade para mais de 1500 alunos, a UMS dispõe de instalações e equipamento de grande qualidade, quer em termos de dimensão e de adequação aos objectivos lectivos actuais e futuros.

Como estruturas estudantis, o estabelecimento conta com a Associação Académica, promotora de diversas actividades extracurriculares, uma secção desportiva, Gabinete de Saídas Profissionais e a Tuna.

Os Centros de Estudos de Investigação Social Aplicada e de Arquitectura, Urbanismo e Património Edificado (CEAUPE), têm vindo a estabelecer protocolos com diversas entidades, nomeadamente autarquias, no sentido da prestação de serviços à comunidade. De igual modo se preparam acções de extensão universitária e de apoio à formação contínua, de que se destacam os cursos de pós-graduação em Administração Urbanística, Gestão dos Serviços de Saúde e Contabilidade e Fiscalidade e Práticas Processuais e Forenses.

Movido de uma dinâmica conducente à sua efectivação como Universidade Moderna de Setúbal, a UMS trabalha no sentido de uma maior e melhor interacção com a região e os meios Social, Cultural e Económico em que se insere, tendo como aspirações fundamentais, para além das actividades lectivas convencionais - cursos de licenciatura e de pós-graduação - a sua real inserção nos mecanismos operativos inerentes, seja como orgão consultivo, como oficina de investigação e acção, ou ainda como ninho de ideias e propostas criativas, no sentido do progresso e do bem comum.

A nossa opção é clara e imperativa, implicando uma consagração ao serviço da Humanidade, e impondo a utilidade social como critério de referência, conscientes das múltiplas crises de um mundo em que já nada é simples. Neste sentido, criámos um gabinete de planeamento estratégico, que procurará, de modo sistemático, dar resposta às seguintes questões, que perseguimos:

  • Como é que uma universidade pode transmitir valores?
  • Qual é o impacto da crescente oferta de cursos universitários na sociedade portuguesa actual?
  • Que saídas profissionais prevemos para os nossos licenciados?
  • Que diferença competitiva podemos oferecer?
  • Como criar condições para que a nossa universidade se constitua como um modelo de excelência?
  • Que modelo pode dar conteúdo à exigência premente de preparar os estudantes para uma aprendizagem e readaptação contínuas?
  • Que níveis de formação devemos considerar estratégicos?
  • Como definir as áreas prioritárias no futuro próximo?

A criação de novos orgãos consultivos e actuantes como o Senado Universitário, que integrará individualidades e instituições da região não ligadas à actividade lectiva e a Associação de Antigos Alunos da Universidade Moderna de Setúbal, virá certamente contribuir para lhes dar resposta progressivamente adequada. O empenho na formação continuada do nosso corpo docente, progressivamente formado por quadros e agentes do saber radicados na Região, alguns dos quais formados na nossa Escola, constitui também uma mais valia para um conceito vivo, criativo, consciente e actuante de Universidade.

A Universidade Moderna de Setúbal conta, sobretudo, com o espírito de trabalho e com a inteligência dos seus alunos, passados, presentes e futuros, a grande maioria dos quais já inseridos na dinâmica de trabalho da Região, e sustenta-se num corpo de funcionários, docentes e gestores académicos empenhados no imaginário de mutação e de intervenção que caracteriza a nossa época, mas também no real entendimento dos valores da cidadania, do humanismo e da valorização social, cultural e económica da região, do país e da comunidade no seu todo.